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Por que eu ainda insisto em ler?
(Ler o que você escreve)
Quem sabe porque eu mereço
Por que eu ainda insisto em crer?
(Crer no que você diz)
Talvez porque é verdade
Por que eu ainda insisto em te entender?
(Entender o que você é)
Talvez porque eu não saiba nem da metade
Por que eu ainda insisto em te ver?
(Ver o que você finge)
Quem sabe porque eu não esqueço
Actress
quarta-feira, 6 de maio de 2009
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Dois poemas
As fases vem, as fases vão
elas me perseguem, sempre perseguirão.
As coisas que eu fiz ou que desfiz
sempre me farão mais feliz do que infeliz.
D.C.S

Tropeço
e te peço
que me estenda a mão
Tremendo
te entendo
e te quero matar
Trovão
diz ser só minha imaginação?
ainda te quero enforcar
Trama
naquela cama
deitamos e te assassinei sem nem te tocar
E eu nem sei
Como te fazer crer em ti
Desgraçada, tentei
Depois te odiei e ri
Actress
elas me perseguem, sempre perseguirão.
As coisas que eu fiz ou que desfiz
sempre me farão mais feliz do que infeliz.
D.C.S

Tropeço
e te peço
que me estenda a mão
Tremendo
te entendo
e te quero matar
Trovão
diz ser só minha imaginação?
ainda te quero enforcar
Trama
naquela cama
deitamos e te assassinei sem nem te tocar
E eu nem sei
Como te fazer crer em ti
Desgraçada, tentei
Depois te odiei e ri
Actress
domingo, 26 de abril de 2009
Pierrot
O Pierrot apaixonado chora pelo amor da Colombina
E é sua sina chorar na ilusão em vão, em vão
E a Colombina só quer um amor
Que não encontra num braço qualquer
Essa menina não quer mais saber de mal-me-quer
Só do Pierrot, Pierrot, Pierrot, Pierrot...
E o Pierrot apaixonado chora pelo amor da Colombina
E na esquina se mata a beber pra esquecer, pra esquecer
E o Pierrot só queria amar
E dar um basta a esta dor já sem fim
Mas Colombina trocou seu amor por Arlequim
E o Pierrot, chora!
Pierrot, chora!
Pierrot, chora!
Pierrot, chora...
Los Hermanos
http://www.youtube.com/watch?v=NAWTK9sA7pY
E é sua sina chorar na ilusão em vão, em vão
E a Colombina só quer um amor
Que não encontra num braço qualquer
Essa menina não quer mais saber de mal-me-quer
Só do Pierrot, Pierrot, Pierrot, Pierrot...
E o Pierrot apaixonado chora pelo amor da Colombina
E na esquina se mata a beber pra esquecer, pra esquecer
E o Pierrot só queria amar
E dar um basta a esta dor já sem fim
Mas Colombina trocou seu amor por Arlequim
E o Pierrot, chora!
Pierrot, chora!
Pierrot, chora!
Pierrot, chora...
Los Hermanos
http://www.youtube.com/watch?v=NAWTK9sA7pY
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Depois de quase ter esquecido a senha
do blog, aqui estou, novamente, disposta a escrever algo. Pelo menos para um post hoje!
Só eu sei porque fazer ou não fazer isso. Só um eu bem escondido e intuitivo.
O meu eu racionalíssimo, sem nada entender, avisa, alerta, diz, grita, desgasta-se tentando reverter. Não que não adiante. Adianta sim. Eu crio a consciência.
Ahhh...mas é tão bom não seguir assim tão à risca. Se vai ser bom depois ou não aí já é outra história. Uma história que me preocupa e que não me preocupa também.
Só eu sei que isso faz parte da minha conduta. E que conduta louca. Abstrata. Doce e ao mesmo tempo amarga. Líquida e insossa.
E então eu aperto o botão. E eu envio. E eu sorrio. E depois me arrependo. Dois segundos depois concordo. E assim vou vivendo. Sentindo tudo meio truncado, tudo meio sincronizado. Tudo meio como meu texto. Cheio de pontos finais e frases curtas, porém, em alguns momentos com vírgulas, para separar períodos mais complexos.
Tudo o que eu quero, tudo o que eu preciso, tudo o que me faz dizer tudo, é o desejo de dormir como nunca dormi antes.
Actress,
24/04/2009
Só eu sei porque fazer ou não fazer isso. Só um eu bem escondido e intuitivo.
O meu eu racionalíssimo, sem nada entender, avisa, alerta, diz, grita, desgasta-se tentando reverter. Não que não adiante. Adianta sim. Eu crio a consciência.
Ahhh...mas é tão bom não seguir assim tão à risca. Se vai ser bom depois ou não aí já é outra história. Uma história que me preocupa e que não me preocupa também.
Só eu sei que isso faz parte da minha conduta. E que conduta louca. Abstrata. Doce e ao mesmo tempo amarga. Líquida e insossa.
E então eu aperto o botão. E eu envio. E eu sorrio. E depois me arrependo. Dois segundos depois concordo. E assim vou vivendo. Sentindo tudo meio truncado, tudo meio sincronizado. Tudo meio como meu texto. Cheio de pontos finais e frases curtas, porém, em alguns momentos com vírgulas, para separar períodos mais complexos.
Tudo o que eu quero, tudo o que eu preciso, tudo o que me faz dizer tudo, é o desejo de dormir como nunca dormi antes.
Actress,
24/04/2009
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Profundas impressõs de uma relação repentina possível; ou impossível.
Tudo o que eu mais queria me aconteceu
e um triste vazio me ocorreu...
Ser� que eu pulei o meio para chegar no fim
Ou o fim enganou a todos e veio a mim...
Pensando bem, eu posso n�o estar certo
Ah! Como eu queria uma palavra para acabar com este verso!
D.C.S.
e um triste vazio me ocorreu...
Ser� que eu pulei o meio para chegar no fim
Ou o fim enganou a todos e veio a mim...
Pensando bem, eu posso n�o estar certo
Ah! Como eu queria uma palavra para acabar com este verso!
D.C.S.
quarta-feira, 18 de março de 2009
domingo, 8 de março de 2009
Eu brinquei na areia
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