Chico Buarque
Quando você me deixou, meu bem
Me disse pra ser feliz e passar bem
Quis morrer de ciúme, quase enlouqueci
Mas depois, como era de costume, obedeci
Quando você me quiser rever
Já vai me encontrar refeita, pode crer
Olhos nos olhos
Quero ver o que você faz
Ao sentir que sem você eu passo bem demais
E que venho até remoçando
Me pego cantando, sem mais, nem por quê
Tantas águas rolaram
Quantos homens me amaram
Bem mais e melhor que você
Quando talvez precisar de mim
Cê sabe que a casa é sempre sua, venha sim
Olhos nos olhos
Quero ver o que você diz
Quero ver como suporta me ver tão feliz
http://br.youtube.com/watch?v=tNe3HqZiyyw
Essa música é ótima!
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Filme de ontem!
"Mind is the root of all sensuality"
Mahatma Gandhi
Ah! Que coisa feia, estou abandonando meu blog!
Na época de aula eu vivia postando aqui, agora que estou de férias parece que deu preguiça. Nada disso! 4 dias sem postar é o limite.
Ontem e hoje foram dias em que me senti como há muito tempo não me sentia. Uma espécie de satisfação pela qual eu não passava acho que fazia uns seis, cinco meses. Parece até que outro ciclo está se iniciando, definitivamente, em minha vida. E tudo isso tem muito a ver com o filme de ontem...Ando indo "demais" ao cinema :P
Ele não merece críticas, nem elogios, nem nada, só merece ser lembrado!

Preciso ver ele novamente!
.
Mahatma Gandhi
Ah! Que coisa feia, estou abandonando meu blog!
Na época de aula eu vivia postando aqui, agora que estou de férias parece que deu preguiça. Nada disso! 4 dias sem postar é o limite.
Ontem e hoje foram dias em que me senti como há muito tempo não me sentia. Uma espécie de satisfação pela qual eu não passava acho que fazia uns seis, cinco meses. Parece até que outro ciclo está se iniciando, definitivamente, em minha vida. E tudo isso tem muito a ver com o filme de ontem...Ando indo "demais" ao cinema :P
Ele não merece críticas, nem elogios, nem nada, só merece ser lembrado!

Preciso ver ele novamente!
.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Minha visita ao mar,
hoje, foi melancólica. Enquanto estava ao balanço das ondas, não pude evitar que viesse à tona minhas perturbadoras reflexões. Pensei em tudo, no que sou, no que fui, no que serei. Senti medo de não ser nada. Por um instante, tão curto e tão intenso, achei que não tinha mais personalidade, (uma indolência que simplesmente não me permito ter). Lembrei-me de Clarice Lispector, de uma frase dela: "Estou cansada da rotina de me ser". Concluí que eu estava apenas descansando de mim, naquele momento, e que tal situação não seria permanente, mas sim, passageira. Necessidade de que eu me renove e me torne, em breve, um eu mais forte, mais independente. Pensei no que escrevi na areia da praia...pensei vazio, procurando um motivo...Não descobri. Só senti a resposta palpitando em meu coração, me indicando a direção às minhas costas. ->
Esse era o motivo.
Actress, 16/01/2009 (escrito na praia)
Esse era o motivo.
Actress, 16/01/2009 (escrito na praia)
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
The curious case of Benjamin Button
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Qual meu futuro?
É engraçada a curiosidade do ser humano em sua própria vida...O desejo intrínseco de conhecer o desconhecido, descobrir o coberto, definir o incerto.
Admito que às vezes a minha curiosidade e inquietação é tanta que eu gostaria de ver todos os caminhos de meu destino, saber o que e quem participará de minha vida, de que forma, por quanto tempo...
Foto: Lady Farrah Efeito: Film Grain
Ah! Isso é um sinal evidente da falta da paciência que temos! Que eu tenho, por vezes. Obviamente, isso não é uma constante para mim, mas de quando em quando me deparo em frente a um horóscopo qualquer ou tentada por figuras esotéricas (e, pelo meu ponto de vista racional e realista) não muito confiáveis ou capazes de saberem fatos tão íntimos e delicados.
O velho dilema razão versus emoção. Meu instintivo, religioso, sentimental vive em luta com minha racionalidade, objetividade...O importante, agora, é saber equilibrar.
A frase que caiu como uma luva:
"Por te falar eu te assustei e te perderei? Mas se nunca falar eu me perderei e por me perder eu te perderei".
Clarice Lispector
Tenho a impressão que, para mim, só existe um, apenas um, bem esse, ninguém mais!
Actress
Admito que às vezes a minha curiosidade e inquietação é tanta que eu gostaria de ver todos os caminhos de meu destino, saber o que e quem participará de minha vida, de que forma, por quanto tempo...
Foto: Lady Farrah Efeito: Film Grain
Ah! Isso é um sinal evidente da falta da paciência que temos! Que eu tenho, por vezes. Obviamente, isso não é uma constante para mim, mas de quando em quando me deparo em frente a um horóscopo qualquer ou tentada por figuras esotéricas (e, pelo meu ponto de vista racional e realista) não muito confiáveis ou capazes de saberem fatos tão íntimos e delicados.
O velho dilema razão versus emoção. Meu instintivo, religioso, sentimental vive em luta com minha racionalidade, objetividade...O importante, agora, é saber equilibrar.
A frase que caiu como uma luva:
"Por te falar eu te assustei e te perderei? Mas se nunca falar eu me perderei e por me perder eu te perderei".
Clarice Lispector
Tenho a impressão que, para mim, só existe um, apenas um, bem esse, ninguém mais!
Actress
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Helena Kolody 2
Um maravilhoso tempo que faz aqui em Curitiba, hoje! Finalmente, depois de quase uma semana sem sol, vemos o céu extremamente azul e os brilhantes raios de sol. Pra quem estava relatando, há três dias, o mau tempo, agora é necessário registrar o retorno do verão!
E, dentro de dois dias e meio, saberei se sou tricaloura, haha! Seria muito legal :P
*---------------------------------------------------------------------------------*
A parte fundamental do post é sobre a poeta curitibana Helena Kolody. Ela é perfeita em seus haicais!
A palavra é uma vivência pessoal
Carlos Drummond de Andrade enviou em 1980 uma pequena carta à poetisa, onde dizia: "Tão simples, tão pura - e tão funda - a poesia de Infinito Presente. Você domina a arte de exprimir o máximo no mínimo, e com que meditativa sensibilidade!" É do livro citado, entre outros, este haicai:
Luz Interior
O brilho da lâmpada
no interior da morada
empalidece as estrelas.
No segundo livro de Helena, Música Submersa, de 1945, saiu um haicai, o Pereira em Flor:
De grinalda branca,
Toda vestida de luar,
A pereira sonha.
Drummond, segundo Kamita, fez um elogio dizendo ter ficado feliz com poemas como esse, "em que à expressão mais simples e discreta se alia uma fina intuição dos imponderável poéticos".
A natureza vivencial da maioria de seus haicais pode-se perceber quando Helena conta a história desse Pereira em Flor:
"Eu morava na Rua Carlos de Carvalho. Uma noite, ao sair da casa de uma amiga, dei com aquela pereira completamente florescida, banhada pela luz da lua cheia. A beleza do quadro foi um impacto na minha sensibilidade. Fiz o poema bem mais tarde. Associei a pereira com uma noiva: a noiva toda vestida de branco, sonhando, com a pereira ao luar".
Ainda frisando este aspecto importante do haicaísta, qual seja o da observação, contemplação e vivência, base da poesia de haicai, cito outra história de Helena: "Estou numa idade em que dou-me ao luxo de sair nas ruas com a maior tranqüilidade e parar para contemplar uma árvore, um pássaro, um transeunte - sem temer o ridículo. Dia destes, quando cruzava a Praça Rui Barbosa, vi uma pena de pombo cair na calçada. Apanhei-a, contemplando-a, e na hora pensei num poema. Como tinha apenas um lenço de papel, foi nele que escrevi:
"Apanhei na calçada
Uma pena de pombo
Aprisionei
Um momento
De vôo e vento"
Leiamos algumas frases ditas por Helena na entrevista da Biblioteca, as quais nos dão uma idéia do seu fazer poético:
"Quando menos espero, e nas ocasiões mais imprevistas, começo a sonhar palavras".
"Na hora, invade-me a indizível alegria de criar".
"É verdade que, no fundo, todo poeta é autor e leitor de seu poema. É autor na hora da inspiração, quando entra "em estado de poesia." (...) No momento da inspiração, somos autores. Depois, o poeta lê o poema, avalia a composição, corta, acrescenta, substitui vocábulos. É a fase do leitor".
"O poeta, a princípio, escreve para si mesmo, entrega-se ao prazer de criar; depois, quer alcançar o leitor. Sem isso, a poesia deixa de ser comunicação".
"Há dois tipos de temas em minha poesia: os que refletem meu próprio Eu, confessionais, e os que mostram minha preocupação com os outros e com os problemas do mundo, ou seja, temas do eu íntimo e do eu social. Uso muito imagens, metáforas, símbolos tirados da paisagem. Sou uma enamorada da beleza do mundo que me cerca".
"Creio que há sugestões plásticas em meus versos. Uma amiga pintora disse que meus poemas poderiam ser pintados".
"Embora não pareça, o verso moderno é muito mais sutil e mais difícil do que o tradicional".
"Como recursos estilísticos, uso muito aliterações, anáforas e outros recursos fonéticos".
"Há um elemento lúdico no fazer poético, uma emoção de prazer, como em qualquer jogo. É um jogo fascinante, feito com palavras".
"Creio que uma das características do poeta é essa paixão pela palavra e pela leitura. A leitura amplia nossos horizontes, enriquece nossa arte. É preciso ler, ler e ler".
"A sensibilidade do poeta é como a da harpa eólica que os gregos penduravam nas árvores, e que vibrava com o menor sopro de vento. Ele vibra intensamente, não só com as próprias emoções; capta, com o radar da imaginação, o sentir do outro, o viver do outro. Esse ver os outros com os olhos da imaginação é, também, um dom do poeta; nem sempre é a sua própria experiência que ele expressa em versos. Incorporamos em nossa vivência as vivências alheias que nos atingem, nos alegram, ou nos fazem sofrer".
E, perguntada sobre como escreveu o haicai Pereira em Flor, esclareceu: "As impressões que me atingem vão se acumulando em meu inconsciente e elaborando uma espécie de húmus, no qual se misturam impressões de muitos tempos; desse húmus brota o poema, impregnado de minha própria personalidade". E mais adiante, diz: "Junto com a alegria de criar, existe a agonia de perseguir o inatingível.
"Persigo um pássaro
e alcanço apenas
no muro
a sombra de um vôo"
Fonte:http://www.kakinet.com/caqui/kolody.php?t=5
Foto: Áname Dálida
ALEGRIA
Trêmula gota de orvalho
presa na teia de aranha,
rebrilhando como estrela
Actress
E, dentro de dois dias e meio, saberei se sou tricaloura, haha! Seria muito legal :P
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A parte fundamental do post é sobre a poeta curitibana Helena Kolody. Ela é perfeita em seus haicais!
A palavra é uma vivência pessoal
Carlos Drummond de Andrade enviou em 1980 uma pequena carta à poetisa, onde dizia: "Tão simples, tão pura - e tão funda - a poesia de Infinito Presente. Você domina a arte de exprimir o máximo no mínimo, e com que meditativa sensibilidade!" É do livro citado, entre outros, este haicai:
Luz Interior
O brilho da lâmpada
no interior da morada
empalidece as estrelas.
No segundo livro de Helena, Música Submersa, de 1945, saiu um haicai, o Pereira em Flor:
De grinalda branca,
Toda vestida de luar,
A pereira sonha.
Drummond, segundo Kamita, fez um elogio dizendo ter ficado feliz com poemas como esse, "em que à expressão mais simples e discreta se alia uma fina intuição dos imponderável poéticos".
A natureza vivencial da maioria de seus haicais pode-se perceber quando Helena conta a história desse Pereira em Flor:
"Eu morava na Rua Carlos de Carvalho. Uma noite, ao sair da casa de uma amiga, dei com aquela pereira completamente florescida, banhada pela luz da lua cheia. A beleza do quadro foi um impacto na minha sensibilidade. Fiz o poema bem mais tarde. Associei a pereira com uma noiva: a noiva toda vestida de branco, sonhando, com a pereira ao luar".
Ainda frisando este aspecto importante do haicaísta, qual seja o da observação, contemplação e vivência, base da poesia de haicai, cito outra história de Helena: "Estou numa idade em que dou-me ao luxo de sair nas ruas com a maior tranqüilidade e parar para contemplar uma árvore, um pássaro, um transeunte - sem temer o ridículo. Dia destes, quando cruzava a Praça Rui Barbosa, vi uma pena de pombo cair na calçada. Apanhei-a, contemplando-a, e na hora pensei num poema. Como tinha apenas um lenço de papel, foi nele que escrevi:
"Apanhei na calçada
Uma pena de pombo
Aprisionei
Um momento
De vôo e vento"
Leiamos algumas frases ditas por Helena na entrevista da Biblioteca, as quais nos dão uma idéia do seu fazer poético:
"Quando menos espero, e nas ocasiões mais imprevistas, começo a sonhar palavras".
"Na hora, invade-me a indizível alegria de criar".
"É verdade que, no fundo, todo poeta é autor e leitor de seu poema. É autor na hora da inspiração, quando entra "em estado de poesia." (...) No momento da inspiração, somos autores. Depois, o poeta lê o poema, avalia a composição, corta, acrescenta, substitui vocábulos. É a fase do leitor".
"O poeta, a princípio, escreve para si mesmo, entrega-se ao prazer de criar; depois, quer alcançar o leitor. Sem isso, a poesia deixa de ser comunicação".
"Há dois tipos de temas em minha poesia: os que refletem meu próprio Eu, confessionais, e os que mostram minha preocupação com os outros e com os problemas do mundo, ou seja, temas do eu íntimo e do eu social. Uso muito imagens, metáforas, símbolos tirados da paisagem. Sou uma enamorada da beleza do mundo que me cerca".
"Creio que há sugestões plásticas em meus versos. Uma amiga pintora disse que meus poemas poderiam ser pintados".
"Embora não pareça, o verso moderno é muito mais sutil e mais difícil do que o tradicional".
"Como recursos estilísticos, uso muito aliterações, anáforas e outros recursos fonéticos".
"Há um elemento lúdico no fazer poético, uma emoção de prazer, como em qualquer jogo. É um jogo fascinante, feito com palavras".
"Creio que uma das características do poeta é essa paixão pela palavra e pela leitura. A leitura amplia nossos horizontes, enriquece nossa arte. É preciso ler, ler e ler".
"A sensibilidade do poeta é como a da harpa eólica que os gregos penduravam nas árvores, e que vibrava com o menor sopro de vento. Ele vibra intensamente, não só com as próprias emoções; capta, com o radar da imaginação, o sentir do outro, o viver do outro. Esse ver os outros com os olhos da imaginação é, também, um dom do poeta; nem sempre é a sua própria experiência que ele expressa em versos. Incorporamos em nossa vivência as vivências alheias que nos atingem, nos alegram, ou nos fazem sofrer".
E, perguntada sobre como escreveu o haicai Pereira em Flor, esclareceu: "As impressões que me atingem vão se acumulando em meu inconsciente e elaborando uma espécie de húmus, no qual se misturam impressões de muitos tempos; desse húmus brota o poema, impregnado de minha própria personalidade". E mais adiante, diz: "Junto com a alegria de criar, existe a agonia de perseguir o inatingível.
"Persigo um pássaro
e alcanço apenas
no muro
a sombra de um vôo"
Fonte:http://www.kakinet.com/caqui/kolody.php?t=5
Foto: Áname DálidaALEGRIA
Trêmula gota de orvalho
presa na teia de aranha,
rebrilhando como estrela
Actress
domingo, 4 de janeiro de 2009
Feliz Ano Novo
Não, meu blog não estará novinho em folha porque virou o ano. Aliás, nem sei se ele ainda é lido e por quem é lido. Não tenho obrigações comerciais com meus posts. O template fica igual, a foto fica igual, o perfil fica igual...até o momento em que eu resolver mudar. :P
Mas enfim...feliz por estar podendo escrever! Durante esses 12 dias em que nem passei por aqui vivi tantas coisas...haha...Fiquei entre falta de inspiração, falta de computador (devido a uma bela pintura em meu belo quarto novo - presente de bicaloura)e falta, efetivamente, da internet. Contudo, aqui estou, novamente, digitando feliz minhas besteirinhas.
Hoje era pra ser um belo domingo de verão, mas creio que parece mais um tenebroso domingo de inverno. O dia está frio, sem sol, sem cor, sem luz, deprimente. Perfeito pra dormir...
Falando em dormir, faz, também, uns 12 dias que eu não durmo feito gente. Véspera de Natal a gente dorme tarde, Natal dorme tarde, pós-Natal fiquei alisando as paredes do meu quarto, Ano Novo tomei um leve porre e passei o primeiro dia do ano com náuseas e dor de cabeça. Pós-Ano Novo vem me trazendo alguns pesadelos durante a noite e me fazendo acordar entre 4 e 5 horas da manhã, ligar a televisão e assistir a filmes e seriados de pseudo-terror. É. Isso é que é férias de verdade, só tá faltando a minha praia amada...
Pensei em escrever minhas aspirações, desejos, projetos pra esse ano, porém, desisti. Isso é tão bom de sentir que ficaria meio...digamos...tosco escrever aqui. Eu ser universitária já diz tudo. Como dizemos no teatro: "MUITA MERDA"! Limito-me a dizer isso, de boca cheia. E escrever em caixa alta.
2009, tu és o meu ano! (Enquanto não chega 2010, claro)
Mas enfim...feliz por estar podendo escrever! Durante esses 12 dias em que nem passei por aqui vivi tantas coisas...haha...Fiquei entre falta de inspiração, falta de computador (devido a uma bela pintura em meu belo quarto novo - presente de bicaloura)e falta, efetivamente, da internet. Contudo, aqui estou, novamente, digitando feliz minhas besteirinhas.
Hoje era pra ser um belo domingo de verão, mas creio que parece mais um tenebroso domingo de inverno. O dia está frio, sem sol, sem cor, sem luz, deprimente. Perfeito pra dormir...
Falando em dormir, faz, também, uns 12 dias que eu não durmo feito gente. Véspera de Natal a gente dorme tarde, Natal dorme tarde, pós-Natal fiquei alisando as paredes do meu quarto, Ano Novo tomei um leve porre e passei o primeiro dia do ano com náuseas e dor de cabeça. Pós-Ano Novo vem me trazendo alguns pesadelos durante a noite e me fazendo acordar entre 4 e 5 horas da manhã, ligar a televisão e assistir a filmes e seriados de pseudo-terror. É. Isso é que é férias de verdade, só tá faltando a minha praia amada...
Pensei em escrever minhas aspirações, desejos, projetos pra esse ano, porém, desisti. Isso é tão bom de sentir que ficaria meio...digamos...tosco escrever aqui. Eu ser universitária já diz tudo. Como dizemos no teatro: "MUITA MERDA"! Limito-me a dizer isso, de boca cheia. E escrever em caixa alta.
2009, tu és o meu ano! (Enquanto não chega 2010, claro)
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