Estou passando por aqueles dias em que não tenho mais muita inspiração. Hahaha, acho que escrevi bastante na última semana (não só aqui no blog), então minha cota já está no final. Mas me obrigo a vir aqui, postar alguma coisa, afinal não posso perder o exercício da escrita, do pensamento.
Pensei num assunto pra escrever e decidi falar da morte. Meio macabro...ou não. É uma coisa que negamos tanto, não gostamos de conversar sobre, não nos arriscamos a dizer o que verdadeiramente se passa pela nossa cabeça...Mas é um assunto muito diário, apesar de muitos dé nós termos a sorte de não estarmos indo a um velório por mês. É cotidiano, porque estamos sujeitos a morrer a qualquer momento. Qualquer hora, qualquer dia por qualquer motivo, banal ou não. Entretanto, é interessante, pois ninguém anda por aí com medo de ser a sua vez de morrer, escapando de atravessar uma rua, deixando de andar de automóvel por medo de um acidente. Ninguém acorda pensando: "Meu Deus, hoje pode ser meu último dia aqui na Terra. Será que é hoje que vou morrer?". Eu, pelo menos, não conheço ninguém que pense isso nos primeiros minutos da manhã. Contudo, todos nós acreditamos que a vida deve ser bem vivida, já que ela é tão curta. O fato é que: esse assunto é tão louco e ao mesmo tempo tão delicioso, eu diria, que cada um tem um jeito de agir quando se depara com isso. Muitos "morrem" de medo de morrer (estranho!), outros garantem que partirão dessa pra melhor. Enfim...é um tema que dá "pano pra manga".
Eu simplesmente não sei o que pensar sobre isso. Tem épocas que acho que existe, sim, vida após a morte e as vezes penso que não restará nada de mim, além do meu túmulo e da minha lembrança nas pessoas (e olhe lá...hahaha).
O que não contestamos e não podemos mudar é a certeza de que um dia tudo estará acabado pra nós, pelo menos na Terra. (Essa frase não quis soar tão triste!)
Portanto, CARPE DIEM!!
Kisses ;*
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